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10 Tipos de Cerveja que não podem faltar no seu Bar

O Brasil é um dos maiores consumidores de cerveja do mundo. De norte a sul, o amor pela “gelada” é unânime, seja no churrasco de domingo, no happy hour depois do trabalho ou na celebração especial. E, se você é dono de um bar, sabe que um bom cardápio de cervejas pode ser o diferencial para atrair mais clientes e aumentar o ticket médio.

Mas quais são os estilos que realmente fazem diferença? Separamos 10 tipos de cerveja que não podem faltar no seu bar!


10 – Sour

Sour beer

Se você quer surpreender seus clientes com uma experiência sensorial única, Sour Beer é a escolha certa. Essas cervejas trazem uma acidez natural e refrescante, perfeita para quem busca algo além do tradicional amargor do lúpulo. Elas surgiram há séculos na Bélgica e na Alemanha, onde o processo de fermentação espontânea era a regra – muito antes dos métodos modernos de controle de leveduras.

Ao contrário das cervejas convencionais, as Sours são fermentadas com bactérias lácticas (Lactobacillus e Pediococcus) e leveduras selvagens, como a Brettanomyces, que contribuem para sua acidez marcante e aromas complexos. Algumas versões ainda passam por envelhecimento em barris de carvalho, adicionando camadas extras de sabor.

Perfil sensorial

  • Sabor: Explosão ácida e vibrante, com notas frutadas que podem lembrar maracujá, limão, cereja e frutas vermelhas. Algumas têm um toque salgado ou condimentado, dependendo do estilo.
  • Coloração: Vai do dourado pálido ao vermelho intenso, dependendo dos ingredientes, como frutas ou especiarias usadas na fermentação.
  • Aromas: Frescor cítrico, leve acidez e notas que remetem a frutas tropicais e vermelhas. Algumas trazem um toque de madeira, proveniente da fermentação em barris.
  • Corpo: Leve e altamente efervescente, com um final seco e refrescante. Perfeita para dias quentes e para harmonizar com frutos do mar, queijos macios e sobremesas cítricas.

Exemplos de Sour Beers que não podem faltar no seu bar:

  • Berliner Weisse – Leve, ácida e super refrescante. Na Alemanha, costuma ser servida com xaropes de frutas para equilibrar a acidez.
  • Lambic – Fermentada espontaneamente com leveduras do ar da região de Bruxelas, tem um perfil complexo e pode ser maturada com frutas como cereja (Kriek) ou framboesa (Framboise).
  • Gose – Além da acidez, traz uma leve nota salgada e um toque de coentro, um estilo alemão que está ganhando cada vez mais espaço no mundo das artesanais.

Se seu bar quer se destacar, incluir uma boa seleção de Sours no cardápio é um diferencial certeiro.


9 – Dubbel e Tripel

Dubbel e Tripel

Quando falamos de Dubbel e Tripel, estamos falando de cervejas que carregam séculos de história. Criadas pelos monges trapistas da Bélgica, esses estilos nasceram nos monastérios, onde os monges aperfeiçoaram técnicas de fermentação para produzir bebidas ricas, complexas e altamente alcoólicas, sem perder a suavidade e o equilíbrio. Hoje, essas cervejas conquistam os paladares mais exigentes ao redor do mundo.

As diferenças entre Dubbel e Tripel

  • Dubbel: Mais maltada, encorpada e com dulçor marcante, esse estilo surgiu no século XIX, sendo uma evolução das antigas cervejas escuras produzidas pelos monges. Possui notas intensas de caramelo, frutas secas (ameixa, figo, uva-passa) e toffee, além de um leve tostado vindo do malte. O final é levemente adocicado, com amargor discreto.
  • Tripel: Criada no século XX, a Tripel surgiu para ser uma versão mais potente e aromática das tradicionais cervejas monásticas. Diferente da Dubbel, tem um perfil mais seco, frutado e picante, com sabores que remetem a banana, damasco, pimenta-branca e cravo. A alta carbonatação equilibra seu teor alcoólico elevado, que pode passar dos 9%, tornando-a potente, mas incrivelmente refinada.

Perfil sensorial

  • Sabor:
    • Dubbel – Doce e maltada, com notas de caramelo, frutas secas e leve tostado.
    • Tripel – Frutada e picante, com notas cítricas, de especiarias e um final seco.
  • Coloração:
    • DubbelMarrom escura, com reflexos avermelhados.
    • TripelDourada brilhante, com espuma cremosa e persistente.
  • Aromas:
    • Dubbel – Caramelo, ameixa, figo, uva-passa, toffee.
    • Tripel – Banana, cravo, baunilha, damasco e leve toque alcoólico.
  • Corpo: Médio a encorpado, com carbonatação elevada, o que torna ambas extremamente efervescentes e aromáticas.

Exemplos de Dubbel e Tripel que não podem faltar no seu bar

  • Dubbel: Chimay Red, Westmalle Dubbel, La Trappe Dubbel.
  • Tripel: Westmalle Tripel, Tripel Karmeliet, La Trappe Tripel.

8 – Amber Lager

amber lager

Se você busca uma cerveja que combine corpo, sabor e drinkability, a Amber Lager é uma escolha certeira para o seu bar. Essa versão mais maltada das tradicionais Lagers nasceu na Áustria do século XIX, com a criação da Vienna Lager pelo mestre cervejeiro Anton Dreher. Seu processo de fermentação a baixas temperaturas mantém a leveza das lagers, enquanto os maltes especiais trazem um sabor mais profundo e envolvente.

Essa cerveja se popularizou rapidamente pela Europa e, posteriormente, chegou aos Estados Unidos e ao México, onde se tornou um dos estilos favoritos dos imigrantes alemães. Hoje, é apreciada em todo o mundo, especialmente por quem gosta de cervejas com um toque tostado, mas sem abrir mão da refrescância.

Perfil sensorial

  • Sabor: Equilibrado entre o dulçor do malte e um leve amargor dos lúpulos nobres. Apresenta notas de caramelo, biscoito e um toque sutil de toffee, podendo ter um leve tostado no final.
  • Coloração: Âmbar a cobre, com espuma cremosa e persistente.
  • Aromas: Destaque para caramelo, toffee, pão assado e um leve herbal dos lúpulos.
  • Corpo: Médio, com final suave e extremamente fácil de beber.

Exemplos de Amber Lagers que não podem faltar no seu bar

  • Vienna Lager – A versão clássica, originária da Áustria, que inspirou várias interpretações ao redor do mundo.
  • Märzen – O estilo tradicional das festas de Oktoberfest, com um perfil maltado mais intenso.
  • Samuel Adams Boston Lager – Um dos rótulos mais icônicos desse estilo nos Estados Unidos.

7 – Red Ale (Irish Red Ale)

red ale

Se há um estilo que representa bem a tradição cervejeira da Irlanda, é a Irish Red Ale. Essa cerveja de coloração avermelhada e perfil maltado conquistou o mundo com sua harmonia entre dulçor, toques tostados e um leve amargor. Apesar de ter suas origens possivelmente no século XVIII, foi apenas no século XX que o termo “Irish Red Ale” se popularizou, especialmente nos Estados Unidos, onde o estilo ganhou força entre as cervejas artesanais.

Trata-se de uma cerveja extremamente versátil e fácil de beber, sendo perfeita para iniciantes e uma ótima opção para quem quer sair das tradicionais Lagers sem enfrentar a intensidade de uma Stout. Seu leve dulçor e final seco fazem dela uma excelente escolha para acompanhar carnes grelhadas, hambúrgueres e queijos curados.

Perfil sensorial

  • Sabor: Equilibrado entre a doçura do malte e um amargor discreto dos lúpulos. Apresenta notas de caramelo, toffee e um leve toque de malte torrado, que pode lembrar nozes ou biscoito.
  • Coloração: Vermelho acobreado, brilhante e com espuma clara e persistente.
  • Aromas: Destaque para malte tostado, caramelo e leve herbal dos lúpulos.
  • Corpo: Médio, com final seco e suave.

Exemplos de Irish Red Ale que não podem faltar no seu bar

  • Smithwick’s – O ícone irlandês, produzido desde o século XVIII, com um equilíbrio perfeito entre dulçor e leve tostado.
  • Kilkenny – Uma versão mais cremosa e levemente mais amarga, com espuma densa semelhante à da Guinness.
  • Murphy’s Irish Red – Outra excelente representante do estilo, com um final seco e extremamente equilibrado.

6 – Stout

stout beer

Se existe um estilo de cerveja que impõe respeito no copo, é a Stout. Com sua cor escura intensa, espuma cremosa e sabor marcante, essa cerveja conquistou fãs ao redor do mundo, especialmente entre aqueles que apreciam sabores mais profundos e tostados. Seu surgimento remonta ao século XVIII, na Inglaterra, como uma versão mais robusta das Porters. No entanto, foi na Irlanda que esse estilo ganhou fama, principalmente pelas mãos da Guinness, que ajudou a consolidar a Stout como uma referência global.

O que faz a Stout tão especial?

A Stout é conhecida por seu uso intenso de maltes torrados, que resultam em notas que lembram café, chocolate amargo e até caramelo queimado. Algumas versões incorporam até mesmo ingredientes como aveia, lactose e até frutos secos, criando variações com diferentes níveis de dulçor e corpo.

Perfil sensorial

  • Sabor: Intenso e marcante, com notas predominantes de café, chocolate amargo e malte torrado. Algumas versões podem ter um leve dulçor residual, enquanto outras são extremamente secas e amargas.
  • Coloração: Escura e opaca, com espuma densa e persistente.
  • Aromas: Café, cacau, caramelo queimado e leve toque defumado.
  • Corpo: Encorpado e cremoso, com final seco e prolongado.

Tipos de Stout que não podem faltar no seu bar

  • Dry Stout (Irish Stout) – A mais clássica, com final seco e forte presença de café. Exemplo: Guinness.
  • Oatmeal Stout – Feita com aveia, tem um corpo mais aveludado e um leve dulçor equilibrado. Exemplo: Samuel Smith’s Oatmeal Stout.
  • Milk Stout (Sweet Stout) – Contém lactose, o que dá um toque adocicado e cremoso. Exemplo: Left Hand Milk Stout.
  • Imperial Stout – Mais alcoólica e intensa, com notas de chocolate amargo, frutas secas e torrefação profunda. Exemplo: Russian Imperial Stout.

5 – APA (American Pale Ale)

American Pale Ale

A American Pale Ale (APA) é um dos estilos que melhor representa a revolução das cervejas artesanais nos Estados Unidos. Inspirada nas tradicionais Pale Ales inglesas, essa versão americana ganhou destaque nas décadas de 1970 e 1980, quando cervejeiros independentes começaram a experimentar variedades locais de lúpulo. O resultado? Uma cerveja aromática, refrescante e equilibrada, que rapidamente se tornou uma das favoritas dos amantes do lúpulo.

Foi a Sierra Nevada Pale Ale, lançada em 1980, que ajudou a definir o estilo e impulsionar a popularidade das APAs no mundo todo. Desde então, o estilo se diversificou, com diferentes interpretações que podem variar do frutado ao resinoso, sempre mantendo uma base maltada equilibrada e um final seco e refrescante.

Perfil sensorial

  • Sabor: Amargor moderado a alto, sempre equilibrado pelo dulçor suave do malte. Notas cítricas e frutadas (maracujá, laranja, manga), combinadas com um leve toque resinoso de pinho.
  • Coloração: Dourada a cobre, geralmente límpida, mas podendo apresentar leve turbidez em algumas versões artesanais.
  • Aromas: Destaque para os lúpulos americanos, que trazem notas de frutas tropicais, pinho, cítricos e até leve toque floral. O malte aparece de forma sutil, com nuances de pão e biscoito.
  • Corpo: Médio, com carbonatação moderada e final seco, tornando-a extremamente fácil de beber.

Exemplos de APA que não podem faltar no seu bar

  • Sierra Nevada Pale Ale – O rótulo que definiu o estilo, trazendo lúpulo Cascade e um equilíbrio impecável.
  • Founders Pale Ale – Versão mais intensa, com um perfil cítrico e levemente picante.
  • Lagunitas Pale Ale – Uma interpretação mais maltada e com notas de pinho bem evidentes.

Se seu bar quer oferecer uma cerveja equilibrada, aromática e perfeita para acompanhar hambúrgueres, carnes grelhadas e petiscos apimentados, a APA é uma pedida essencial no cardápio!


4 – IPA (India Pale Ale)

India Pale Ale

Se existe um estilo que dominou o mundo das cervejas artesanais, esse estilo é a IPA (India Pale Ale). Amada pelos apaixonados por lúpulo, essa cerveja tem uma presença marcante de amargor e aromas intensos, que podem variar entre cítricos, florais e resinosos.

A IPA surgiu no século XVIII, na Inglaterra, como uma versão mais lupulada das Pale Ales tradicionais. Seu alto teor de lúpulo ajudava a conservar a cerveja durante a longa viagem até a Índia, garantindo frescor e qualidade mesmo após meses no mar. No entanto, foram os americanos que reinventaram o estilo, criando versões mais aromáticas, frutadas e potentes, que conquistaram o mercado global.

Hoje, as IPAs são diversificadas e inovadoras, com estilos que vão desde as clássicas e secas West Coast IPA até as macias e suculentas New England IPA (NEIPA).

Perfil sensorial

  • Sabor: Predominantemente amargo e lupulado, com notas de maracujá, manga, laranja, resina de pinho e grapefruit. Algumas versões podem ter um dulçor residual equilibrando o amargor.
  • Coloração: Dourada a acobreada, podendo ser límpida (West Coast IPA) ou turva (New England IPA).
  • Aromas: Explosão de frutas tropicais, cítricas, pinho e ervas frescas, dependendo do lúpulo utilizado.
  • Corpo: Médio a encorpado, com carbonatação moderada e final seco ou suculento.

Principais tipos de IPA que não podem faltar no seu bar

  • West Coast IPA – Estilo clássico da Califórnia, seco e extremamente amargo, com destaque para notas resinosas e cítricas. Exemplo: Stone IPA.
  • New England IPA (NEIPA) – Corpo mais macio, menor amargor e alta turbidez, trazendo um perfil suculento de frutas tropicais e cítricas. Exemplo: Heady Topper.
  • Session IPA – Versão mais leve e refrescante, com menor teor alcoólico, sem perder o caráter lupulado. Exemplo: Founders All Day IPA.
  • Imperial/Double IPA – Versão turbinada, com mais álcool, mais lúpulo e sabores intensos. Exemplo: Pliny the Elder.

Se o seu bar quer atrair verdadeiros amantes de cerveja artesanal, um bom rótulo de IPA é obrigatório no cardápio.


3 – Weiss (Weizenbier)

Weiss beer

Feita com pelo menos 50% de trigo maltado, a Weissbier, também conhecida como Weizenbier, é uma cerveja de coloração turva e espuma cremosa, sendo um verdadeiro clássico e representando perfeitamente a tradição e a leveza da escola alemã.

Sua origem remonta ao século XV, na Baviera, onde se tornou tão popular que, por um tempo, sua produção foi um privilégio exclusivo da realeza. Hoje, é uma das cervejas mais consumidas na Alemanha e conquistou o mundo com seu sabor frutado e especiado.

Perfil sensorial

  • Sabor: Levemente adocicado, com destaque para notas de banana e cravo, que vêm da fermentação com leveduras especiais. O final é suave e refrescante, sem amargor excessivo.
  • Coloração: Dourado turvo, devido à alta presença de proteínas do trigo e leveduras suspensas.
  • Aromas: Frutas amarelas (banana, damasco), especiarias (cravo, noz-moscada) e um leve toque floral.
  • Corpo: Médio, altamente efervescente, o que acentua a sensação de frescor.

Estilos e exemplos de Weissbier que não podem faltar no seu bar

  • Hefeweizen – A versão tradicional, com fermentação de alta intensidade e aromas frutados e condimentados. Exemplos: Paulaner Hefe-Weißbier, Franziskaner Hefe-Weißbier.
  • Kristallweizen – Uma versão filtrada, com aparência cristalina e sabor mais seco. Exemplo: Weihenstephaner Kristallweissbier.
  • Dunkelweizen – A variação escura da Weissbier, com maltes tostados que adicionam notas de caramelo e chocolate. Exemplo: Erdinger Dunkel.
  • Weizenbock – Uma versão mais alcoólica e encorpada, combinando o perfil frutado da Weissbier com a robustez das cervejas bock. Exemplo: Schneider Aventinus.

2 – Lager

Lager beer

Se existe um estilo que domina o mundo da cerveja, esse estilo é a Lager. Presente em praticamente todos os bares e cervejarias do planeta, ela se destaca pela sua leveza, equilíbrio e versatilidade, sendo perfeita para qualquer ocasião.

Mas o que faz da Lager tão especial? Diferente das cervejas de alta fermentação (como as Ales), as Lagers são produzidas com leveduras de baixa fermentação (Saccharomyces pastorianus) e passam por um processo de maturação a frio, o que resulta em uma bebida limpa, refrescante e extremamente suave no paladar.

Originária da Baviera, na Alemanha, a Lager começou a se popularizar no século XIX e rapidamente conquistou o mundo. Hoje, esse estilo engloba diversas variações, que vão desde as clássicas e leves Helles e Pilsen até as mais escuras e encorpadas Dunkel e Bock.

Perfil sensorial

  • Sabor: Leve e refrescante, com um sutil dulçor do malte equilibrado pelo amargor moderado dos lúpulos. Algumas versões trazem notas de pão, biscoito ou até caramelo.
  • Coloração: Dourada, podendo variar para tons âmbar ou escuros, dependendo da subcategoria.
  • Aromas: Predominância de malte suave, notas florais e herbais, com pouca presença de aromas frutados.
  • Corpo: Leve a médio, com alta carbonatação, proporcionando uma sensação extremamente refrescante.

Principais tipos de Lager que não podem faltar no seu bar

  • Helles – A versão dourada e maltada das Lagers alemãs, com um equilíbrio perfeito entre dulçor e lúpulo. Exemplo: Augustiner Helles.
  • Dunkel – Lager escura e maltada, trazendo notas de caramelo e pão tostado. Exemplo: Ayinger Altbairisch Dunkel.
  • Pilsner (Pilsen) – A mais conhecida das Lagers, leve e refrescante, com notas florais dos lúpulos nobres. Exemplo: Pilsner Urquell.
  • Vienna Lager – Levemente tostada, com notas de biscoito e caramelo, sem perder a leveza. Exemplo: Negra Modelo.
  • Bock – Mais alcoólica e encorpada, trazendo dulçor maltado e um final aveludado. Exemplo: Paulaner Salvator.

Por que a Lager não pode faltar no seu bar?

Por ser a cerveja mais democrática e versátil, a Lager atende todos os tipos de público, desde aqueles que estão começando a explorar cervejas diferentes até os consumidores que buscam algo leve para acompanhar qualquer refeição. Se há um estilo essencial no seu cardápio, esse estilo é a Lager!


1 – Pilsen

Pilsen

Simples, clássica e extremamente refrescante, esse estilo da Lager é a base da maioria das cervejas consumidas no Brasil e no mundo. Seu sabor suave, levemente amargo e equilibrado faz dela uma das escolhas favoritas tanto para quem está começando no universo cervejeiro quanto para os apreciadores de uma boa breja gelada.

Criada em 1842 na cidade de Pilsen, na atual República Tcheca, essa cerveja revolucionou a história da cervejaria mundial ao introduzir uma bebida dourada, translúcida e altamente carbonatada, bem diferente das cervejas mais turvas e escuras da época. A receita original da Pilsner Urquell inspirou cervejarias ao redor do mundo, e hoje esse estilo domina o mercado global.

Perfil sensorial

  • Sabor: Leve e refrescante, com um dulçor sutil do malte equilibrado pelo amargor suave dos lúpulos nobres tchecos ou alemães.
  • Coloração: Dourado brilhante, límpido e com espuma branca persistente.
  • Aromas: Malte leve, notas florais e herbais, com toque sutil de pão ou biscoito.
  • Corpo: Leve, com alta carbonatação, tornando cada gole extremamente refrescante.

Principais tipos de Pilsen que não podem faltar no seu bar

  • Pilsner Tcheca (Bohemian Pilsner) – A versão original, com um perfil levemente mais maltado e equilibrado. Exemplo: Pilsner Urquell.
  • Pilsner Alemã (German Pils) – Um pouco mais seca e amarga, com destaque para os lúpulos nobres alemães. Exemplo: Bitburger Pilsner.
  • American Pilsner – Leve e altamente carbonatada, adaptada ao paladar do mercado americano. Exemplo: Budweiser, Miller High Life

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