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CNM no Estadão: Como a Pandemia Mudou o Jogo pra Bares e Restaurantes

Homem de braços cruzados, vestindo camiseta preta e calça jeans, sorri ao lado do logotipo do CNM. A imagem apresenta Marcelo Ferri, CEO do CNM, em um fundo claro, transmitindo profissionalismo e confiança. O logotipo ao lado combina um ícone estilizado em laranja, remetendo a um garfo, com a sigla "CNM" em letras escuras, destacando a identidade visual da empresa.

A pandemia de 2020 foi um verdadeiro teste de resistência para bares e restaurantes. O setor, um dos mais afetados pelas restrições, precisou se reinventar para continuar funcionando. Delivery e retirada no balcão (take away) deixaram de ser apenas alternativas e se tornaram pilares do mercado.

Marcelo Ferri, CEO do CNM, analisou esse cenário em um artigo publicado no Estadão, um dos principais jornais do Brasil. Segundo levantamento do CNM, o delivery cresceu mais de 37% em 2020 em comparação com o ano anterior. Com a impossibilidade de frequentar bares e restaurantes da maneira tradicional, o serviço virou a principal saída para manter o faturamento dos estabelecimentos. Mas será que isso seria suficiente para garantir a recuperação do setor?

Ferri apontou que, apesar do otimismo com a chegada das vacinas, a retomada dos negócios não seria imediata. A pandemia mudou os hábitos de consumo, e muitas das adaptações feitas em 2020 continuariam sendo essenciais nos anos seguintes. Além do delivery, o take away se consolidou como uma alternativa viável. Com ele, os clientes podiam retirar seus pedidos sem a necessidade de pagar taxa de entrega, reduzindo o tempo de contato no estabelecimento.

Outro fator importante foi a qualidade do atendimento remoto. Para que delivery e take away realmente funcionassem, era essencial que os restaurantes garantissem embalagens bem estruturadas, lacradas corretamente e que mantivessem a temperatura ideal dos alimentos. A experiência do cliente em casa passou a ser tão importante quanto no salão.

Além disso, a busca por comfort food — refeições que trazem aconchego e lembram a comida caseira — ganhou força. A quarentena foi mais longa do que muitos imaginavam, e nem todo mundo virou chef de cozinha. Pedir uma refeição pronta, que trouxesse uma sensação de familiaridade, virou parte da rotina de muitas pessoas.

A conclusão de Ferri foi clara: a pandemia não foi apenas um momento de crise, mas um marco de transformação para bares e restaurantes. As mudanças vieram para ficar, e quem soube se adaptar garantiu uma vantagem competitiva no mercado.

Mesmo depois desse período desafiador, a digitalização e a eficiência na operação continuam sendo diferenciais importantes. O CNM segue ajudando estabelecimentos a modernizar sua gestão e otimizar processos, garantindo que eles não só sobrevivam, mas cresçam no novo cenário do food service.