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Melhor impressora para restaurante: como escolher e quais modelos usar

Impressora de restaurante quebra pouco. O que acontece muito é ela ser comprada errada, e aí o problema parece defeito quando é só incompatibilidade. Comanda que sai grudada na outra, cupom lento na hora da fila, impressora da cozinha que some da rede no meio do movimento: os três casos têm a mesma causa, e nenhuma delas é a máquina com defeito.

A escolha se resume a três decisões: a largura do papel, o tipo de conexão e a compatibilidade com o seu sistema de gestão. Acertando essas três, o resto vem junto.

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Qual a melhor impressora para restaurante

A melhor impressora para restaurante é uma térmica não fiscal de 80mm, com guilhotina automática e conexão compatível com o ponto onde ela vai ficar. Esse é o padrão que atende caixa, cozinha e bar na grande maioria das operações de food service.

A tecnologia térmica venceu porque imprime usando calor, sem tinta, sem cartucho e sem fita. Isso deixa o custo de manutenção baixo, a impressão rápida e o barulho quase zero. A única despesa recorrente é a bobina de papel. Para um restaurante que imprime dezenas ou centenas de comandas e cupons por dia, essa economia pesa no fim do mês.

Atendente de avental preto retira o cupom recém-impresso de uma impressora térmica Bematech no balcão de uma lanchonete, com computador do caixa ao lado

Agora, “a melhor” no singular não existe. A impressora certa muda conforme o ponto de uso. O que serve para o caixa nem sempre é o ideal para a cozinha, porque a distância até o computador é diferente. Por isso, em vez de apontar um único modelo campeão, vale entender os critérios e escolher com base na sua operação.

Três modelos dão conta do recado com folga e são homologados com o ControleNaMão: a Bematech MP-4200, a Elgin i9 e a Epson TM-T20. Todas são térmicas não fiscais de 80mm, todas têm assistência técnica e bobina fáceis de encontrar em qualquer cidade. A escolha entre elas aparece mais adiante, no comparativo.

Impressora fiscal ou não fiscal para restaurante: qual usar hoje

Hoje o restaurante usa impressora não fiscal, não mais a fiscal. A impressora fiscal antiga, a ECF, deixou de ser autorizada em 2015. Comprar uma hoje não faz sentido, e reaproveitar uma velha também não.

O que mudou foi a forma de emitir a nota. Antes, a impressora fiscal tinha uma memória lacrada que guardava cada venda para o fisco. Agora, quem faz esse papel é o sistema de gestão, que emite a NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica) direto para a SEFAZ pela internet. A impressora só imprime o comprovante em papel para o cliente. Ela virou um periférico comum, sem lacre e sem burocracia.

Na prática, isso barateou tudo. A impressora não-fiscal custa menos, instala mais rápido e não depende de técnico credenciado para funcionar. O mesmo equipamento imprime o cupom da NFC-e no caixa e a comanda de produção na cozinha, sem distinção. No ControleNaMão, a NFC-e sai em um clique junto com o fechamento da venda, e a impressora recebe só o cupom pronto. Quando alguém oferecer uma “impressora fiscal” para o seu restaurante, desconfie: o termo está desatualizado.

Bobina de 58mm ou 80mm: qual largura escolher

Para restaurante, a largura recomendada é 80mm. Ela é o padrão do food service e resolve os dois usos mais importantes: o cupom no caixa e a comanda na cozinha.

A diferença entre as duas larguras é simples. A bobina de 58mm é mais estreita e cabe em impressoras pequenas e portáteis. A de 80mm é mais larga e imprime mais informação por linha. Numa comanda de cozinha, esses milímetros a mais fazem diferença real: cabe o nome do prato, as observações do cliente (“sem cebola”, “ponto da carne”), a mesa e o horário sem espremer o texto nem cortar palavra.

A bobina de 58mm tem seu lugar em operações de balcão muito enxutas ou em impressoras móveis que o entregador leva na mochila. Fora esses casos, o restaurante que padroniza tudo em 80mm evita a dor de cabeça de ter dois tamanhos de papel para comprar e estocar. Um só tipo de bobina para todas as impressoras simplifica a compra e o dia a dia.

Conexão USB ou rede: onde a impressora fica decide

A conexão certa depende da distância entre a impressora e o computador. Essa é a pergunta que mais gera erro na hora da compra, e ela tem uma regra clara.

A conexão USB liga a impressora direto no computador por um cabo. Funciona muito bem quando os dois estão lado a lado, que é o caso do caixa. É a opção mais barata e a mais simples de instalar. O limite é a distância: um cabo USB não estica pela cozinha inteira, e puxar um cabo longo demais gera falha de comunicação.

A conexão de rede, chamada de Ethernet, liga a impressora ao roteador por um cabo de rede, do mesmo tipo que leva internet. Assim ela não precisa ficar perto do computador. É a escolha para a impressora da cozinha ou do bar, que ficam longe do caixa. Cada impressora de rede ganha um endereço próprio (o IP), e o sistema manda o pedido para o endereço certo.

A recomendação prática fica assim: no caixa, use USB, porque o computador está ali do lado. Na cozinha e no bar, use rede, porque a distância pede. Vale um alerta sobre Wi-Fi e Bluetooth: em ambiente de restaurante, com movimento e paredes, a conexão sem fio costuma cair na hora errada. Para a impressão que não pode falhar, o cabo é mais confiável. Esse mesmo raciocínio de conexão vale para todo o equipamento do PDV.

Acertar IP, driver e ponto de cada impressora é a parte que costuma travar quem instala sozinho. Na implantação do ControleNaMão, essa configuração é feita pela equipe de forma remota, em até cinco dias úteis e com treinamento incluído, então você não precisa resolver a rede na tentativa e erro.

Guilhotina, velocidade e durabilidade: o que olhar na ficha técnica

Depois de definir largura e conexão, três itens da ficha técnica separam uma impressora boa de uma que vai dar trabalho. O mais importante deles é a guilhotina.

A guilhotina é a lâmina que corta o papel sozinha ao fim de cada impressão. Na cozinha, ela é inegociável. Sem guilhotina, as comandas saem uma emendada na outra, e é exatamente aí que o cozinheiro lê dois pedidos como se fossem um. Uma impressora sem corte automático numa cozinha movimentada é fonte garantida de erro. As três impressoras homologadas com o ControleNaMão têm guilhotina.

A velocidade de impressão aparece em milímetros por segundo (mm/s) e varia de cerca de 150 mm/s nos modelos de entrada a 300 mm/s nos mais rápidos. Ela importa mais no caixa, onde cada segundo de fila conta no horário de pico, e menos na cozinha, onde a comanda sai uma de cada vez. Para a maioria dos restaurantes, qualquer velocidade a partir de 200 mm/s já resolve com sobra.

A durabilidade fecha a conta. Vale olhar dois números: a vida útil da cabeça térmica (medida em quilômetros de papel impresso) e o ciclo da guilhotina (medido em número de cortes). Modelos profissionais entregam cabeça para mais de 100 km de impressão e guilhotina para milhões de cortes. Isso é o que garante que a impressora aguente anos de uso pesado sem parar no meio do serviço.

Quantas impressoras o seu restaurante precisa

O número de impressoras depende de quantos pontos de produção o restaurante tem. A conta é direta: cada lugar onde um pedido precisa ser lido e preparado é um candidato a ter a própria impressora.

Numa lanchonete simples, onde a mesma pessoa registra e prepara, uma impressora só no caixa costuma bastar. Ela imprime o cupom do cliente e serve de referência para o preparo. É a operação mais enxuta.

Num restaurante com cozinha separada do salão, o padrão são duas impressoras: uma no caixa, para o cupom, e uma na cozinha, para a comanda de produção. Assim o garçom lança o pedido no salão e ele já sai impresso na cozinha, sem ninguém andar de um lado para o outro com papel na mão.

Quando entra um bar que prepara as próprias bebidas, vira três: caixa, cozinha e bar. O drink imprime no bar, a comida na cozinha, cada um cuida do seu. E se o delivery tem volume alto, uma impressora dedicada aos pedidos de delivery evita que o pedido do iFood ou 99Food se misture com o do salão. O que decide não é o tamanho do restaurante, é o número de frentes de trabalho que precisam receber pedido ao mesmo tempo.

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Comparativo: Bematech MP-4200, Elgin i9 e Epson TM-T20

Três impressoras térmicas lado a lado, da esquerda para a direita: Bematech MP-4200, Elgin i9 e Epson TM-T20. Todas estão ligadas e com papel parcialmente impresso. Acima, o título “Impressoras Térmicas” e abaixo o logotipo do CNM.

Os três modelos homologados com o ControleNaMão são térmicas não fiscais de 80mm, confiáveis e com bobina e assistência técnica fáceis de encontrar em todo o Brasil. As diferenças entre elas estão nos detalhes, e cada uma brilha num cenário.

Modelo Pontos fortes Conexões Melhor para
Bematech MP-4200 A mais difundida do mercado. Rápida, robusta e com bobina em qualquer loja de automação USB, rede e serial Quem quer o padrão de mercado e facilidade de suporte
Elgin i9 Alta velocidade e garantia estendida que costuma cobrir a cabeça térmica USB, rede e serial Operação de alto volume no caixa ou cozinha
Epson TM-T20 Custo de entrada menor, muito confiável e pode ser fixada na parede USB ou rede, conforme a versão Restaurante que começa e quer confiabilidade sem gastar muito

Na prática, a escolha fica assim. Se você quer o modelo mais comum, com peça e assistência em qualquer esquina, a Bematech MP-4200 é a aposta segura. Se o movimento é alto e a impressora vai trabalhar o dia inteiro, a Elgin i9 entrega velocidade e uma garantia que dá tranquilidade. Se o orçamento aperta e o restaurante está começando, a Epson TM-T20 faz o serviço com confiabilidade reconhecida.

Sobre preço, os três modelos costumam ficar numa faixa de mercado entre R$ 500 e R$ 900, dependendo da versão e das conexões que vêm de fábrica. Esse valor é uma referência e varia de loja para loja, então vale cotar em mais de um fornecedor antes de fechar. A versão com conexão de rede quase sempre custa um pouco mais que a versão só USB.

Impressora de cozinha ou KDS: quando trocar papel por tela

O KDS é uma tela que mostra os pedidos na cozinha no lugar do papel impresso. A sigla vem de Kitchen Display System, ou sistema de exibição para cozinha. Em vez de a comanda sair na impressora, o pedido aparece num monitor, e o cozinheiro marca cada item como pronto tocando na tela.

O KDS compensa quando o volume é alto. Numa cozinha que imprime centenas de comandas por dia, o gasto com bobina some, o papel não acaba no meio do rush e não existe mais o risco de comanda grudada ou perdida no chão. A tela ainda organiza os pedidos por ordem de chegada e avisa quando algum está demorando, o que a impressora não faz.

A impressora continua fazendo sentido em operações menores, onde o volume não justifica investir num monitor, e onde a equipe já está acostumada com o papel. Muitos restaurantes usam os dois: KDS na cozinha principal e impressora no bar ou no ponto de retirada. Não é uma escolha de tudo ou nada. O critério é o volume e o quanto o papel está atrapalhando.

Como o ControleNaMão trabalha com a sua impressora

No ControleNaMão, escolher a impressora certa é só metade do trabalho, e a outra metade é o sistema saber mandar o pedido certo para a impressora certa. O sistema é homologado com a Bematech MP-4200, a Elgin i9 e a Epson TM-T20, então a instalação segue um caminho testado, sem improviso.

O funcionamento no dia a dia é direto. O garçom lança o pedido pela comanda eletrônica no celular, e o sistema separa: a comida imprime na cozinha, a bebida no bar, cada uma na sua impressora de rede. No caixa, o mesmo sistema fecha a conta e imprime o cupom da NFC-e na impressora USB. Os pedidos que chegam do iFood e do 99Food entram na mesma fila de impressão, sem ninguém precisar redigitar nada.

Funcionário de avental opera a tela sensível ao toque do PDV atrás da impressora térmica no balcão de madeira, com cupom impresso e bloco de comandas ao lado

Para quem quer tirar o papel da cozinha, o KDS do ControleNaMão substitui a impressora de produção pela tela, com os pedidos organizados e o controle de tempo de preparo. E a lista completa de equipamentos que funcionam com o sistema, com as fichas técnicas de cada impressora, fica na página de equipamentos homologados.

O ControleNaMão é um sistema de gestão completo para restaurantes, bares, lanchonetes e todo o food service: PDV com controle de caixa, comanda eletrônica que imprime no ponto de produção certo, KDS para a cozinha, emissor de NFC-e ilimitado e integração com iFood e 99Food. Tudo 100% online, sem instalação, com suporte humano em até 15 minutos. Mais de 5.000 estabelecimentos em todo o Brasil já usam. Chame a gente no WhatsApp →

Perguntas frequentes sobre impressora para restaurante

Qual a melhor impressora para restaurante?

A melhor impressora para restaurante é uma térmica não fiscal de 80mm com guilhotina automática. A tecnologia térmica dispensa tinta e cartucho, imprime rápido e tem custo de manutenção baixo, pagando só a bobina de papel. Entre os modelos consagrados no Brasil estão a Bematech MP-4200, a Elgin i9 e a Epson TM-T20, todas confiáveis e com assistência técnica fácil de encontrar.

Preciso de impressora fiscal no restaurante?

Não. A impressora fiscal antiga, a ECF, deixou de ser autorizada em 2015. Hoje o restaurante usa uma impressora térmica não fiscal, e quem cuida da parte fiscal é o sistema de gestão, que emite a NFC-e diretamente para a SEFAZ pela internet. A impressora apenas imprime o comprovante em papel para o cliente, sem lacre e sem exigência de técnico credenciado.

A impressora do restaurante deve ser USB ou de rede?

Depende de onde ela vai ficar. No caixa, onde a impressora fica ao lado do computador, a conexão USB é a mais simples e barata. Na cozinha ou no bar, que ficam longe do caixa, a conexão de rede (Ethernet) é a indicada, porque não exige um computador por perto. Em restaurante, conexões sem fio como Wi-Fi e Bluetooth são menos confiáveis para a impressão que não pode falhar.

Quantas impressoras um restaurante precisa?

Depende do número de pontos de produção. Uma lanchonete simples resolve com uma impressora só no caixa. Um restaurante com cozinha separada costuma usar duas: uma no caixa e uma na cozinha. Ao acrescentar um bar que prepara bebidas, vira três, e o delivery com volume alto pode pedir uma impressora dedicada só para esses pedidos.

Qual a diferença entre impressora de cozinha e KDS?

A impressora de cozinha imprime a comanda em papel, e o KDS mostra o pedido em uma tela. O KDS compensa em cozinhas de alto volume, porque elimina o gasto com bobina, evita comandas grudadas ou perdidas e organiza os pedidos por ordem de chegada com aviso de atraso. A impressora segue válida em operações menores, onde o volume não justifica o investimento na tela.