O café é o coração de qualquer cafeteria. Ele não é apenas uma bebida, mas uma experiência sensorial que fideliza clientes e aumenta o ticket médio. Um cardápio bem estruturado, com opções variadas e bem preparadas, pode fazer toda a diferença para o sucesso do seu negócio. Afinal, cada cliente tem uma preferência: do espresso curto ao cappuccino cremoso, do mocha adocicado ao cold brew refrescante.
Quer saber quais são os 10 tipos de café indispensáveis para sua cafeteria? Continue lendo!
As Classificações do Café
Nem todo café é igual. A diferença entre eles vai muito além do sabor – está na qualidade do grão, no método de torra e na forma de preparo. Esses fatores influenciam diretamente na doçura, acidez, corpo e aroma da bebida, tornando a experiência de degustação algo único para cada tipo.
A classificação dos cafés segue padrões nacionais e internacionais, como os estabelecidos pela Specialty Coffee Association (SCA) e a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). Essas organizações avaliam os grãos de acordo com critérios rigorosos, como a presença de defeitos, a uniformidade e a complexidade sensorial. Mas, para simplificar, podemos dividir o café em algumas categorias principais:
Café Tradicional
O café do dia a dia da maioria dos brasileiros. Comum em supermercados, ele costuma ser uma mistura de grãos de diferentes qualidades, incluindo alguns com defeitos, o que resulta em um sabor mais forte e, muitas vezes, amargo. A torra tende a ser mais escura para disfarçar impurezas, tornando a bebida intensa, mas menos complexa.
Café Extraforte
A versão ainda mais intensa do café tradicional. Ele passa por uma torra ainda mais prolongada, o que acentua o amargor e reduz a acidez. Essa torrefação excessiva pode mascarar os sabores originais do grão, tornando-o menos aromático, mas bastante encorpado – perfeito para quem gosta de um café “forte de verdade”.
Café Superior
Aqui já começamos a falar de uma qualidade um pouco mais refinada. O café superior tem um controle maior sobre a seleção dos grãos e a torra, resultando em menos impurezas e um sabor mais equilibrado. Ele pode apresentar notas sensoriais mais perceptíveis, como um leve dulçor e acidez moderada, embora ainda esteja abaixo das categorias gourmet e especial.
Café Gourmet
Entramos no território dos cafés selecionados. O café gourmet é produzido com grãos 100% Arábica ou de qualidade superior, sem misturas com grãos defeituosos. Mas o que significa ser um café Arábica? Diferente do Robusta, que é mais resistente e possui um sabor mais amargo e terroso, o Coffea Arabica é uma espécie de café cultivada em altitudes mais elevadas, onde o clima favorece um amadurecimento mais lento do grão, resultando em uma bebida mais complexa, adocicada e com menor teor de cafeína.
A torra do café gourmet é feita de forma cuidadosa para realçar notas de chocolate, nozes ou frutas, dependendo da origem do grão. O resultado é uma bebida mais aromática, suave e rica em sabor, ideal para quem busca qualidade e sofisticação em cada xícara.
Café Especial
O topo da qualidade. Para ser classificado como especial, um café precisa obter pontuação superior a 80 pontos na escala da SCA, que avalia critérios como aroma, sabor, retrogosto, acidez, corpo e uniformidade. Além disso, ele deve ser livre de defeitos e apresentar notas sensoriais diferenciadas, como florais, cítricas ou caramelizadas. É o tipo de café apreciado por baristas e entusiastas que buscam uma experiência sensorial completa.
8 Tipos de Café que não podem faltar na sua cafeteria
1 – Café Espresso
O espresso é o café em sua forma mais pura e concentrada. Seu nome vem do italiano caffè espresso, que significa “café espremido” – uma referência ao método de preparo em que a água quente é forçada sob alta pressão através do café moído. Esse processo extrai rapidamente os compostos essenciais do grão, resultando em uma bebida encorpada, aromática e intensa. Diferente do que muitos pensam, espresso não significa “rápido”, e sim algo feito sob medida, com precisão.
O espresso surgiu na Itália no início do século XX, revolucionando a maneira de preparar café. Sua invenção é atribuída ao milanês Luigi Bezzera, em 1901, mas foi só em 1946 que o inventor Achille Gaggia introduziu máquinas com pressão suficiente para criar a famosa crema, elevando a qualidade e popularidade da bebida.
O café espresso bem tirado apresenta três camadas essenciais:
- Crema – a espuma dourada e aveludada que se forma no topo, composta por óleos, proteínas e açúcares do café.
- Corpo – a parte líquida da bebida, de textura densa e sabor equilibrado.
- Coração – a base do espresso, onde estão os sabores mais intensos e levemente amargos.
Devido à sua concentração de sabores e à textura marcante, o espresso serve como base para diversas outras bebidas icônicas, como cappuccino, macchiato, latte e mocha.
Variações do Espresso
O espresso pode ser servido de diferentes formas, dependendo da quantidade de água e da técnica de extração:
- Ristretto – um espresso mais curto e concentrado, com sabor intenso e menos amargor.
- Lungo – um espresso mais longo, extraído com o dobro da água, resultando em um sabor mais suave.
- Doppio – dois shots de espresso na mesma xícara, para quem quer potência extra.
- Macchiato – um espresso com um toque de leite vaporizado, suavizando a bebida sem perder sua essência.
- Corretto – um espresso “corrigido” com um toque de licor, como conhaque ou grappa, tradicional na Itália.
- Affogato – espresso servido sobre uma bola de sorvete de baunilha, criando uma fusão perfeita entre quente e frio.
O espresso não é apenas uma bebida – é um ritual, um símbolo da cultura do café e um pilar essencial em qualquer cafeteria. Seja puro ou como base para outras criações, ele conquista paladares no mundo todo.
Se sua cafeteria quer oferecer café de qualidade, um bom espresso é indispensável!
2 – Cappuccino
Um verdadeiro clássico das cafeterias, o cappuccino é uma combinação equilibrada de espresso, leite vaporizado e espuma de leite, formando uma textura cremosa e um sabor rico e aveludado. Tradicionalmente, ele pode ser finalizado com uma leve camada de canela ou chocolate em pó, agregando ainda mais complexidade ao paladar.
O nome cappuccino tem uma origem curiosa: ele faz referência à cor das vestes dos monges da Ordem dos Capuchinhos, cujo tom marrom-avermelhado lembra a mistura de café com leite. Essa denominação surgiu na Áustria, onde uma bebida chamada Kapuziner já era servida nos cafés vienenses desde o século XVIII, sendo uma das precursoras do cappuccino moderno.
O Cappuccino Perfeito
O cappuccino segue uma regra de proporções clássica:
✔ 1/3 de espresso – a base intensa e aromática da bebida
✔ 1/3 de leite vaporizado – para suavizar e trazer cremosidade
✔ 1/3 de espuma de leite – criando uma textura aerada e envolvente
Diferente do caffè latte, que tem mais leite e menos espuma e do qual falaremos mais adiante, o cappuccino se destaca pelo equilíbrio entre os ingredientes e pela sensação aveludada na boca. Sua camada superior de espuma densa é essencial para manter a temperatura e realçar o sabor.
Variações do Cappuccino
Ao longo dos anos, diversas versões do cappuccino surgiram ao redor do mundo, adaptando-se aos diferentes gostos e culturas:
- Cappuccino Tradicional (Italiano) – servido em uma xícara de até 180 ml, mantendo a proporção clássica de espresso, leite vaporizado e espuma.
- Cappuccino Freddo – uma versão gelada popular na Grécia e Chipre, onde o espresso é servido sobre gelo e coberto com um creme de leite espumado frio.
- Cappuccino Vienense – inspirado na tradição austríaca, é servido com chantilly no lugar da espuma de leite.
- Cappuccino com Essências – encontrado em muitas cafeterias pelo mundo, pode incluir xaropes de baunilha, caramelo ou avelã para um toque especial.
- Cappuccino Vegano – preparado com leites vegetais como amêndoas, aveia, soja ou coco, garantindo uma versão deliciosa para quem evita laticínios.
A Experiência do Cappuccino
Em países como a Itália, o cappuccino é tradicionalmente consumido pela manhã, acompanhando um bom croissant ou outro tipo de massa leve. No Brasil e em outros lugares, ele se tornou uma bebida apreciada a qualquer hora do dia, seja para um café da manhã reforçado ou como uma pausa relaxante à tarde.
Seja qual for a versão escolhida, o cappuccino continua sendo um dos cafés mais pedidos e apreciados ao redor do mundo, trazendo sabor, textura e tradição em cada gole.
3 – Americano
O Café Americano é uma opção perfeita para quem gosta do sabor do espresso, mas prefere uma bebida mais suave e menos concentrada. Ele é preparado ao adicionar água quente ao espresso, diluindo sua intensidade sem perder as características marcantes do grão. O resultado é uma bebida equilibrada, aromática e ideal para quem quer uma experiência mais leve sem abrir mão da qualidade.
A origem do nome caffè americano remonta à Segunda Guerra Mundial, quando soldados americanos estacionados na Itália estranharam a potência do espresso local. Acostumados ao café filtrado, eles passaram a diluir o espresso com água quente para suavizar o sabor e torná-lo mais próximo ao café que bebiam nos Estados Unidos. Essa adaptação foi ganhando popularidade e, com o tempo, se tornou uma das opções mais pedidas em cafeterias ao redor do mundo.
Curiosamente, a expressão caffè americano surgiu primeiro no espanhol da América Central, onde era usada de forma um tanto depreciativa para se referir a cafés mais fracos. Posteriormente, o termo entrou no italiano e se consolidou como um dos clássicos dos cardápios de cafeterias.
Como é Preparado?
O Americano é feito seguindo uma proporção de 1:3 a 1:4, ou seja, um shot de espresso para três ou quatro partes de água quente. O volume final da bebida costuma ficar entre 120 ml e 180 ml, dependendo do gosto do consumidor.
A ordem de preparo também faz diferença no sabor:
- Americano Tradicional: Primeiro, extrai-se o espresso e, depois, adiciona-se a água quente.
- Long Black (versão australiana e neozelandesa): A água quente é colocada primeiro na xícara, e o espresso é despejado por cima. Isso mantém a crema do café intacta, preservando melhor os óleos e aromas da bebida.
4 – Latte (Café com Leite)
O Latte, ou Caffè Latte como é conhecido na Itália, é uma bebida clássica e aconchegante, perfeita para quem prefere um café mais suave e cremoso. Ele é feito com uma dose de espresso e uma quantidade generosa de leite vaporizado, resultando em uma textura aveludada e um sabor equilibrado. No topo, uma fina camada de espuma de leite dá o toque final, tornando a experiência ainda mais agradável.
O caffè latte tem raízes profundas na cultura europeia, onde a mistura de café e leite já era apreciada desde o século XVII. O nome vem do italiano e significa literalmente “café com leite”. Diferente do que se encontra nas cafeterias modernas, o caffè latte tradicional na Itália é feito de maneira simples: café preparado na cafeteira moka e misturado com leite aquecido – geralmente consumido no café da manhã.
A versão mais conhecida hoje, feita com espresso e leite vaporizado, ganhou popularidade fora da Itália e se tornou um dos cafés mais pedidos nos Estados Unidos e na Europa, especialmente com o surgimento da latte art, a técnica de criar desenhos na espuma do café.
Características do Latte
✔ Mais leite, menos café – Em comparação ao cappuccino, o latte leva mais leite e uma quantidade menor de espuma, tornando-o menos intenso e mais cremoso.
✔ Sabor equilibrado – Como o leite suaviza a acidez do café, o latte é ideal para quem prefere um sabor menos amargo.
✔ Perfeito para personalização – Muitas cafeterias adicionam xaropes de baunilha, caramelo, chocolate ou especiarias como canela para criar versões diferenciadas.
5 – Macchiato
O Macchiato é a escolha perfeita para quem gosta da intensidade do espresso, mas quer um leve toque de suavidade do leite. O nome macchiato significa “manchado” ou “marcado” em italiano, referindo-se ao espresso que recebe apenas uma pequena adição de leite vaporizado, sem alterar drasticamente seu sabor encorpado. É próximo do nosso famoso “pingado”, que recebe um “pingo” de leite. Mas a preparação é mais refinada e precisa.
A criação do caffè macchiato surgiu da necessidade dos baristas italianos diferenciarem um espresso puro de um que levava um toque de leite. Assim, marcavam a bebida com uma pequena quantidade de leite vaporizado, tornando-a mais equilibrada sem perder a personalidade forte do café.
Como é Preparado?
O Macchiato Tradicional é feito com:
✔ 1 shot de espresso
✔ Uma pequena quantidade de leite vaporizado (5-10g)
✔ Leve camada de espuma no topo
O leite é adicionado diretamente ao espresso, deixando a crema marcada e criando um equilíbrio entre acidez, doçura e cremosidade.
Variações do Macchiato
- Latte Macchiato – Ao invés do espresso ser marcado pelo leite, aqui o leite vaporizado recebe um toque de espresso por cima, criando camadas visíveis na xícara.
- Long Macchiato – Popular na Austrália, é um espresso duplo com um leve toque de leite vaporizado.
- Macchiato Topped Up – Também da Austrália, tem mais leite vaporizado do que o tradicional, ficando entre um macchiato e um latte.
Se sua cafeteria quer atender tanto os fãs de café intenso quanto os que buscam uma bebida com um leve toque de suavidade, o Macchiato é essencial no cardápio!
6 – Mocha
O Mocha é a fusão perfeita entre espresso, chocolate e leite vaporizado, criando uma bebida doce, cremosa e irresistível. Se o café por si só já é um prazer, imagina quando combinado com a riqueza do chocolate? Essa é uma opção ideal para quem gosta de um toque adocicado no café, sem perder a intensidade e o aroma característico do espresso.
O nome Mocha vem da cidade portuária de Mokha, no Iêmen, um dos principais centros de comércio de café entre os séculos XV e XVII. O café produzido naquela região tinha notas naturais de chocolate, o que fez com que o termo “mocha” se tornasse associado a essa combinação de sabores. Com o passar do tempo, os europeus começaram a misturar chocolate com café de forma intencional. Na Itália do século XVII, por exemplo, a cidade de Turim criou uma bebida chamada bavareisa, que misturava café, chocolate e creme. Mais tarde, no século XVIII, esse preparo evoluiu para o famoso bicerin, uma bebida servida em camadas, separando café, leite e chocolate.
Já no século XX, o nome “Mocha” começou a ser associado ao café com adição de chocolate, e se popularizou nas cafeterias modernas como uma das variações mais pedidas de bebidas à base de espresso.
Como é Preparado?
O Caffè Mocha segue uma base semelhante ao latte, mas com o diferencial do chocolate:
✔ 1 dose de espresso
✔ Leite vaporizado
✔ Chocolate em pó ou calda de chocolate
✔ Camada de espuma de leite ou chantilly no topo
✔ Finalização com raspas de chocolate, canela ou cacau em pó (opcional)
O chocolate pode ser incorporado na bebida de diversas formas, seja com calda, cacau em pó ou até pedaços de chocolate derretidos no leite quente. A finalização com chantilly e chocolate ralado é uma opção comum para quem gosta de um toque extra de indulgência.
7 – Cold Brew
O Cold Brew é um café extraído a frio por um longo período, resultando em uma bebida suave, naturalmente adocicada e extremamente refrescante. Diferente do café quente, onde a extração acontece rapidamente com água fervente, o Cold Brew é feito por infusão lenta, de 12 a 24 horas, o que reduz sua acidez e destaca notas adocicadas e frutadas do grão.
Apesar de parecer uma tendência recente, o Cold Brew tem raízes antigas. Sua origem remonta ao século XVII, quando marinheiros holandeses levavam extratos de café concentrado para suas longas viagens. Essa técnica foi levada para o Japão, onde se tornou o Kyoto-Style Coffee, um método tradicional de extração a frio com gotejamento lento.
Como é Feito?
O Cold Brew é preparado ao mergulhar café moído grosso em água fria ou em temperatura ambiente por horas a fio. Esse tempo prolongado de extração dissolve os compostos do café de forma gradual, evitando a liberação excessiva de ácidos e amargor. O resultado? Um café mais equilibrado, encorpado e naturalmente doce.
✔ Moagem: Grãos moídos de forma grossa, semelhantes a sal grosso.
✔ Proporção: Geralmente, 1 parte de café para 4 a 8 partes de água.
✔ Infusão: De 12 a 24 horas, dependendo da intensidade desejada.
✔ Filtragem: O líquido é coado para remover os resíduos do pó.
✔ Serviço: Pode ser consumido puro, com gelo, diluído em água ou misturado com leite.
8 – Café filtrado (ou coado)
O Café Filtrado, também conhecido como café coado, é um clássico atemporal que nunca sai de moda. É a maneira mais tradicional e popular de preparar café no Brasil e em diversas partes do mundo. Ele é feito despejando água quente sobre o café moído, que passa lentamente por um filtro de papel, pano ou metal, extraindo sabores e aromas de forma equilibrada.
Embora a prática de infusão de café remonte ao século XV, o método de filtragem por gotejamento só começou a se popularizar no início do século XX. Em 1908, a alemã Melitta Bentz inventou o primeiro filtro de papel, revolucionando a preparação da bebida ao permitir um café mais limpo e sem resíduos.
Na década de 1950, surgiram as primeiras cafeteiras elétricas de gotejamento, que substituíram gradualmente os coadores de pano, tornando o preparo do café mais prático. Hoje, o café coado continua sendo um dos métodos mais versáteis e acessíveis, podendo ser preparado manualmente ou com máquinas automáticas.
Como é Preparado?
A extração do café filtrado pode ser feita de diversas formas, mas o princípio básico é o mesmo:
✔ Café moído médio a fino (diferente do Cold Brew, que exige moagem grossa).
✔ Água quente (entre 90°C e 96°C) para extrair os melhores compostos do grão sem queimar a bebida.
✔ Filtragem lenta através de um coador de papel, pano ou metal.
✔ Tempo de extração de 3 a 4 minutos, garantindo um café equilibrado e aromático.
Métodos de Filtragem
O café filtrado pode ser preparado por diferentes métodos, cada um com suas características únicas:
- Filtro de Papel (Melitta, Chemex, V60) – Método mais comum, produz um café limpo, equilibrado e sem resíduos.
- Coador de Pano – Tradicional no Brasil, dá um sabor mais encorpado ao café, pois retém menos óleos essenciais do grão.
- Prensa Francesa – Embora não use filtro de papel, é uma forma de extração por imersão que preserva óleos naturais e textura aveludada.
- Clever Dripper – Combina a técnica do café filtrado com imersão controlada, resultando em um café encorpado e saboroso.
- Kalita Wave – Utiliza um filtro com base plana e três furos, garantindo extração uniforme e um café mais suave.
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