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Equipamentos para lanchonete: lista completa, preços e o que comprar primeiro

Some o preço de mercado dos equipamentos que uma lanchonete precisa para abrir e o total fica entre R$ 3.750 e R$ 12.700, sem contar freezer, coifa e bancada de inox. É a mesma lista de máquinas nos dois extremos. Muda o tamanho.

O erro que estoura esse orçamento quase nunca é comprar de menos. É comprar grande demais e cedo demais: a chapa de 1,20 metro numa casa que faz trinta lanches por dia, o freezer de 500 litros que vive pela metade, a estufa comprada antes de existir salgado no cardápio. Cada um desses itens custa uma vez na compra e volta todo mês na conta de luz.

A lista de equipamentos é a parte fácil, e todo mundo publica a mesma. O que decide se a abertura vai ser tranquila ou apertada é o tamanho de cada item e a ordem em que eles entram.

Lista de equipamentos para lanchonete

Cozinha de lanchonete de bairro com chapa, fritadeira dupla, coifa de inox e geladeira expositora abastecida, mostrando os principais equipamentos em operação real

Uma lanchonete abre com nove equipamentos: chapa, fritadeira, coifa, geladeira, freezer, bancada de inox, balança, PDV com impressora e maquininha de cartão. Fogão, forno e balcão expositor entram depois, quando o cardápio e o volume justificarem.

Os equipamentos de uma lanchonete se dividem em três grupos, e cada grupo trava a operação de um jeito diferente. Os de cocção definem quantos lanches saem por hora. Os de conservação definem quanto estoque você pode comprar de uma vez, e portanto o preço que consegue negociar. Os de atendimento definem a velocidade da fila e a chance de erro no pedido.

Na tabela abaixo, “Abertura” significa que sem esse item a lanchonete não funciona no primeiro dia. “Depois” significa que dá para começar sem ele e comprar quando o faturamento pagar.

Equipamento O que ele resolve Quando
Chapa a gás ou elétrica Hambúrguer, misto, ovo e bacon. É ela que dita a velocidade do balcão no pico Abertura
Fritadeira Batata, salgado e porção, que costumam ser os itens de maior margem da casa Abertura
Coifa e exaustor Tira fumaça e gordura do salão. Item cobrado pela vigilância e pelo vizinho de cima Abertura
Geladeira ou balcão refrigerado Guarda o que sai na linha de montagem: queijo, frios, molhos e salada Abertura
Freezer horizontal Estoque congelado de hambúrguer, batata, pão e salgado Abertura
Bancada e pia de inox Superfície de preparo lavável, sem sulcos onde a bactéria se instala Abertura
Balança digital Padroniza a porção. Sem ela, a ficha técnica vira estimativa e o custo do prato também Abertura
PDV com impressora térmica Registra a venda, emite a nota fiscal e manda o pedido para a cozinha Abertura
Maquininha de cartão Crédito, débito e Pix no balcão, de preferência integrada ao caixa Abertura
Estufa quente Mantém coxinha, pastel e empada na temperatura de venda. Só faz sentido com salgado pronto no cardápio Abertura
Liquidificador industrial Suco, vitamina e molho em volume, com motor que aguenta uso contínuo Abertura
Fogão industrial Panela, caldo e molho de produção, o que não cabe na chapa Depois
Forno Assar, gratinar e aquecer. Muitas lanchonetes passam o primeiro ano sem Depois
Balcão expositor refrigerado Doce, torta e sanduíche frio à vista, para venda por impulso Depois
Máquina de suco ou chopeira Bebida servida no copo, com margem melhor que a da lata revendida Depois

Repare que a coluna “Depois” tem cinco itens, e é justamente onde mora a maior parte do dinheiro parado das aberturas que dão errado. Forno, chopeira e balcão expositor são compras de expansão que o dono antecipa por medo de parecer incompleto. Nenhuma delas vende mais lanche na primeira semana.

Quanto custa equipar uma lanchonete

Somando as faixas de preço médio de mercado dos sete equipamentos de abertura listados abaixo, a conta fecha entre R$ 3.750 e R$ 12.700. Esse é o núcleo da compra. Por cima dele ainda entram freezer, coifa, bancada e pia de inox, o equipamento do balcão e, fora da lista de máquinas, reforma, documentação, estoque inicial e capital de giro.

Sobre os números de investimento total que circulam por aí, uma ressalva que vale mais que a média. Portais de negócio publicam faixas de R$ 30 mil a R$ 80 mil para uma lanchonete pequena, e uma estimativa do Sebrae para um imóvel alugado de 50 m² aparece citada em torno de R$ 80 mil. Nenhuma dessas fontes abre metodologia nem data de coleta, e a distância entre uma cozinha de bairro e um ponto de avenida não cabe numa média. Trate como ordem de grandeza e monte o seu orçamento com três cotações de fornecedores da sua cidade.

Equipamento Faixa de preço
Chapa elétrica ou a gás R$ 600 a R$ 1.800
Fritadeira elétrica de bancada R$ 500 a R$ 1.200
Fritadeira industrial de 15 litros R$ 1.500 a R$ 4.000
Estufa ou expositor aquecido R$ 400 a R$ 1.000
Geladeira expositora R$ 1.500 a R$ 3.500
Liquidificador industrial R$ 300 a R$ 1.200
Máquina de suco ou chopeira R$ 800 a R$ 2.000
Prateleiras de apoio R$ 300 a R$ 800
Balança digital R$ 150 a R$ 400

Três fatores explicam por que o mesmo equipamento aparece com o dobro do preço em duas lojas. O primeiro é o aço: o inox 304 resiste melhor à corrosão do que o 430, e essa diferença aparece na etiqueta. O segundo é a capacidade, que sobe o preço em degraus. O terceiro é o recurso eletrônico, como termostato digital e controle independente de temperatura, que custa mais na compra e economiza depois.

Reserve de três a seis meses de custo fixo em caixa antes de gastar o último real em equipamento. Quem chega no dia da inauguração com a cozinha completa e a conta zerada depende de o movimento aparecer na primeira semana, e ele raramente aparece.

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Como dimensionar a chapa, a fritadeira e a refrigeração

O dimensionamento sai de um número só: quantos lanches você produz na hora de pico. Não é o total do dia, e muito menos o do mês. É o volume da janela mais cheia, porque é ela que forma a fila.

Para a chapa, a referência de mercado é direta. Até 50 lanches por hora, uma chapa de 60 cm a 80 cm dá conta. Entre 50 e 100 lanches por hora, o indicado fica entre 80 cm e 1,20 m, tamanho que permite trabalhar com duas zonas de temperatura: uma mais quente para selar a carne e outra mais branda para o pão e o queijo. Acima disso, a conversa muda para duas chapas ou para uma linha de produção separada.

A fritadeira se escolhe pela recuperação de temperatura, que é a velocidade com que o óleo volta ao ponto depois de receber alimento gelado. Quando o óleo esfria demais, a batata absorve gordura em vez de fritar e chega murcha na mesa. Modelos industriais vão de 5 a 40 litros, e uma cuba de 15 litros cobre a maioria das lanchonetes de bairro. Se você frita batata e salgado no mesmo turno, duas cubas menores rendem mais que uma grande, porque separam o sabor e permitem trocar o óleo em tempos diferentes. O comparativo entre fritadeira a gás e elétrica detalha os sistemas de fritura.

Cozinheiro de avental preto vira hambúrguer com queijo derretido na chapa, com pães tostando ao lado e ingredientes organizados na bancada de uma lanchonete em operação

Na refrigeração, separe bebida de insumo. Bebida pede geladeira expositora, com porta de vidro e reposição constante. Insumo pede balcão refrigerado embaixo da bancada, na altura de quem monta o lanche, porque cada passo até a geladeira do fundo custa segundos que se multiplicam por cem numa sexta à noite.

Falta o dado que trava tudo isso: quase nenhum dono sabe quantos lanches faz na hora de pico. Ele tem uma impressão. O relatório de vendas por horário do ControleNaMão mostra o movimento hora a hora, e é comum a surpresa ser grande, com um pico de fim de tarde que ninguém tinha percebido.

Chapa a gás ou elétrica para lanchonete

Escolha chapa a gás se o equipamento fica ligado o dia inteiro, e elétrica se você trabalha em janelas curtas ou não tem ponto de gás no imóvel. Esse é o critério que decide, e ele é operacional, não de qualidade.

A chapa a gás aquece mais rápido e atinge temperaturas mais altas, o que importa para selar carne. Em contrapartida, exige instalação com ventilação adequada, verificação periódica contra vazamento e mais manutenção. A elétrica chega com termostato, entrega controle de temperatura mais preciso e se instala em qualquer tomada compatível, sem obra. O custo dela aparece na conta de luz, e aparece todo mês.

Na prática: lanchonete de bairro com oito a dez horas de operação diária, chapa a gás. Food truck, quiosque, cozinha pequena de delivery ou operação que liga a chapa duas horas no almoço, chapa elétrica. Se o imóvel não tem ponto de gás e a reforma para criar um custa mais que a diferença de energia em dois anos, elétrica também.

Equipamentos do balcão: PDV, impressora e maquininha

O balcão precisa de quatro itens para funcionar sem fila: um dispositivo com o sistema de gestão aberto, uma impressora térmica, uma maquininha de cartão e uma balança. Esse conjunto é o que transforma o pedido em venda registrada, nota emitida e comanda na cozinha.

O PDV não precisa de computador dedicado. O ControleNaMão roda no navegador de qualquer PC, tablet ou celular Android, o que corta o custo de um equipamento inteiro na abertura. Quem prefere trabalhar com tablet no balcão encontra as opções testadas no post sobre os melhores tablets para comanda eletrônica.

A impressora térmica imprime sem tinta, usando calor sobre papel sensível, e é o padrão do setor por velocidade e custo de manutenção. Ela cumpre dois papéis diferentes: o cupom para o cliente e o pedido para a produção. Antes de comprar, vale checar a conexão, porque impressora USB atende o caixa, mas quem quer imprimir na cozinha a partir de um tablet precisa de modelo de rede. O guia sobre a melhor impressora para restaurante compara os modelos homologados.

Sobre a maquininha, o detalhe que economiza tempo é a integração via TEF, que envia o valor da venda direto do sistema para a maquininha. O operador deixa de digitar o valor, e some a categoria de erro mais comum do caixa, que é o dígito trocado. O ControleNaMão integra com Stone, Cielo, Getnet, PagBank, Mercado Pago e outras.

Existe um equipamento que muita lanchonete compra sem precisar: a segunda impressora da cozinha. O KDS, que é o monitor que exibe os pedidos para a produção, roda em qualquer tela, inclusive numa smart TV que você já tenha. Além de cortar o gasto com papel e bobina, ele mostra o tempo de cada pedido em preparo, coisa que o cupom impresso não faz.

O que a vigilância sanitária exige nos equipamentos

A RDC 216 da Anvisa, que vale para lanchonetes em todo o Brasil, não exige marca nem modelo. Ela exige que o equipamento seja lavável, esteja conservado e não contamine o alimento. A fiscalização acontece em cima disso.

Quatro pontos aparecem com frequência nas autuações e todos custam menos se resolvidos na compra:

  • Material das superfícies. A área de manipulação pede superfície lisa, impermeável e fácil de higienizar, o que na prática significa inox nas bancadas e nas pias. Madeira não é aceita nem como decoração, porque os sulcos retêm micro-organismos.
  • Estado de conservação. Equipamento com ferrugem, trinca ou corrosão é irregular, mesmo funcionando. Vale para a chapa velha, para a borracha ressecada da geladeira e para a cuba amassada da fritadeira.
  • Exaustão com tela. As aberturas externas das áreas de preparo e armazenamento, incluindo o sistema de exaustão, precisam de telas milimetradas removíveis, para barrar insetos e permitir a limpeza.
  • Manutenção registrada. Vários municípios exigem registro da limpeza da coifa e da troca de filtros. Guardar a ordem de serviço do técnico resolve a exigência sem custo extra.

Antes de fechar a compra, consulte a vigilância sanitária da sua cidade. As regras municipais complementam a norma federal e variam bastante, principalmente em exaustão e em área mínima de circulação na cozinha.

Quanto os equipamentos custam por mês

Além do preço de compra, cada equipamento tem um custo mensal em energia, gás e manutenção que quase ninguém coloca no plano de abertura. É esse valor que transforma uma compra superdimensionada em prejuízo recorrente.

A conta da energia elétrica é simples e você faz com a etiqueta do equipamento na mão:

potência em watts × horas por dia × dias no mês ÷ 1.000 = consumo em kWh

Depois multiplique o resultado pela tarifa que aparece na sua conta de luz. Suponha uma chapa elétrica de 3.000 W, ligada 8 horas por dia, 26 dias por mês, numa região onde o kWh custa R$ 0,90. São 624 kWh, ou cerca de R$ 560 por mês, só nesse equipamento. É mais do que a própria chapa custou, em menos de um trimestre de operação.

Dois cuidados ao aplicar a fórmula. Equipamentos de refrigeração não trabalham em potência máxima o tempo todo, porque o compressor liga e desliga conforme a temperatura, então o número real fica abaixo da conta cheia. E equipamentos a gás saem da conta de energia e entram na de GLP, que se estima pelo consumo de botijões por semana.

Some ainda o que não é combustível: troca de óleo da fritadeira, limpeza de coifa, manutenção preventiva da refrigeração. Um contrato de manutenção sai mais barato do que um freezer parado com estoque dentro numa segunda-feira de calor.

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Equipamento novo ou seminovo: o que vale a pena

Compre seminovo o que é simples e mecânico, e novo o que tem motor, resistência ou gás. Essa regra resolve quase todas as decisões de orçamento apertado sem transformar economia em prejuízo.

Vale seminovo: bancada e pia de inox, prateleira, mesa, cadeira, balcão de atendimento sem refrigeração, estufa simples. São peças sem parte elétrica crítica, em que o desgaste é visível a olho nu e o conserto é barato.

Compre novo: geladeira, freezer, balcão refrigerado, fritadeira e chapa a gás. Refrigeração usada é a pior compra do setor, porque o compressor cansado consome mais energia todo mês, sustenta temperatura instável e coloca o estoque em risco. Você economiza R$ 1.500 na compra e paga esse valor de volta em conta de luz e perda de mercadoria dentro de um ano. Equipamento a gás tem o agravante da segurança, que não é um risco para se assumir por desconto.

Se for comprar usado mesmo assim, teste ligado antes de pagar, exija nota fiscal e pergunte quantas horas por dia ele rodava. Uma chapa de padaria que trabalhou doze horas diárias por cinco anos está mais gasta do que uma de lanchonete com o mesmo tempo de vida.

Como o ControleNaMão ajuda a decidir quais equipamentos comprar

As três decisões deste guia dependem de números que a maioria das lanchonetes não tem: quantos lanches saem na hora de pico, quanto cada item custa de insumo e quanto os equipamentos consomem de custo fixo. O ControleNaMão entrega os três a partir da própria operação, sem planilha paralela.

O relatório de vendas mostra o desempenho por período e por horário, que é o dado de dimensionamento da chapa e da fritadeira. A ficha técnica registra ingrediente e quantidade de cada item, calcula o CMV e baixa o estoque a cada venda registrada no PDV, o que dimensiona o freezer pelo giro real. E o financeiro reúne despesas fixas, contas a pagar e DRE gerencial, onde entram energia, gás e manutenção.

Na operação do dia a dia, o KDS organiza os pedidos por ponto de produção, o emissor fiscal emite NFC-e direto do caixa e os pedidos do delivery próprio, do iFood e do 99Food caem na mesma tela, o que dispensa o segundo tablet no balcão.

O ControleNaMão é um sistema de gestão completo para lanchonetes, bares, hamburguerias e todo o food service: PDV com controle de caixa, financeiro com DRE gerencial, ficha técnica com cálculo de CMV, gestão de estoque, KDS para a cozinha, emissor fiscal e integração com iFood e 99Food. Tudo 100% online, sem instalação, com suporte humano em até 15 minutos. Mais de 5.000 estabelecimentos em todo o Brasil já usam. Chame a gente no WhatsApp →

Perguntas frequentes sobre equipamentos para lanchonete

Quais equipamentos são necessários para montar uma lanchonete?

Uma lanchonete abre com chapa, fritadeira, coifa e exaustor, geladeira ou balcão refrigerado, freezer, bancada e pia de inox, balança digital, PDV com impressora térmica e maquininha de cartão. Estufa quente entra se o cardápio tiver salgado pronto, e liquidificador industrial se tiver suco ou vitamina. Fogão industrial, forno, balcão expositor refrigerado e chopeira podem esperar a operação se estabilizar.

Quanto custa equipar uma lanchonete?

Somando o preço de mercado dos equipamentos de abertura, chapa, fritadeira, estufa, geladeira expositora, liquidificador industrial, prateleiras e balança, a conta fica entre R$ 3.750 e R$ 12.700. Freezer, coifa, bancada de inox e o equipamento do balcão entram por cima disso. O investimento inicial completo, com reforma, documentação, estoque e capital de giro, é bem maior, mas não existe levantamento primário confiável sobre esse total no Brasil: as faixas publicadas por portais de negócio, em geral entre R$ 30 mil e R$ 80 mil, não abrem metodologia. Faça três cotações locais em vez de trabalhar com a média de alguém.

Qual o tamanho ideal da chapa para lanchonete?

Depende do volume na hora de pico. Até 50 lanches por hora, uma chapa de 60 cm a 80 cm atende. Entre 50 e 100 lanches por hora, o indicado é de 80 cm a 1,20 m, largura que permite manter duas zonas de temperatura na mesma superfície. Comprar acima da necessidade custa caro duas vezes, porque a chapa maior ocupa espaço de bancada e gasta mais energia ou gás para manter área ociosa aquecida.

Vale a pena comprar equipamento de lanchonete usado?

Vale para itens sem parte elétrica crítica, como bancada e pia de inox, prateleira, mesa, cadeira e balcão sem refrigeração. Não vale para geladeira, freezer, balcão refrigerado e equipamento a gás. Compressor desgastado consome mais energia todos os meses e oscila de temperatura, o que coloca o estoque em risco, e equipamento a gás usado adiciona um risco de segurança que o desconto não compensa.

Quais equipamentos a vigilância sanitária exige em uma lanchonete?

A RDC 216 da Anvisa não lista equipamentos obrigatórios, e sim requisitos: superfícies de manipulação lisas, impermeáveis e laváveis, o que na prática significa inox no lugar de madeira; equipamentos conservados, sem ferrugem, trinca ou corrosão; e aberturas externas, incluindo a exaustão, protegidas por telas milimetradas removíveis. Regras municipais complementam a norma federal, principalmente sobre coifa e manutenção registrada, então consulte a vigilância da sua cidade antes de comprar.