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Delivery próprio ou app de entrega: qual rende mais para seu restaurante?

O cliente gostou do jantar e voltou a pedir. Se a segunda compra acontece pelo aplicativo de entrega, o restaurante paga comissão novamente. Pelo Cardápio Digital Vina, ele pode comprar direto da casa, sem comissão sobre o pedido. É nessa recompra que o delivery próprio começa a mostrar sua força.

Os aplicativos continuam úteis para apresentar o restaurante a quem ainda não conhece a marca. O Vina abre um caminho para receber os pedidos de quem já procura a casa pelo nome, pelo Instagram, pelo WhatsApp ou por um QR Code. Quando integrado ao ControleNaMão, esse pedido direto entra na mesma Central de Delivery dos demais canais. A equipe não precisa manter duas operações para vender dos dois jeitos.

Para decidir quanto investir em cada canal, compare pedidos com o mesmo valor e a mesma responsabilidade de entrega. Depois, olhe o volume de clientes novos e de clientes que voltam. Essa separação mostra onde cada canal ajuda o restaurante a crescer.

Qual é a diferença entre delivery próprio e aplicativo de entrega?

Atendente entrega uma sacola de papel a uma cliente no balcão de um restaurante, ilustrando a retirada de pedidos.

No aplicativo de entrega, o restaurante vende dentro de uma vitrine que reúne vários estabelecimentos. No delivery próprio, recebe o pedido por um canal com a sua marca, como o link do Cardápio Digital Vina.

O aplicativo atrai pessoas que já estão procurando uma refeição. Essa descoberta tem valor, especialmente para uma casa nova. Em geral, o restaurante paga uma comissão sobre os pedidos, além das demais cobranças previstas no contrato. As condições variam conforme o plano, a forma de pagamento e quem faz a entrega.

No Vina, o cliente abre o cardápio no navegador, escolhe os produtos e faz o pedido pelo link ou QR Code, sem baixar um aplicativo. O restaurante pode personalizar logo, cores, fotos, preços, adicionais, horários e áreas de entrega. O Vina cobra uma mensalidade fixa e não cobra comissão por venda. Pagamento online, divulgação e entrega continuam tendo seus próprios custos.

Receber o pedido pelo canal próprio não exige contratar motoboys. O restaurante pode usar seus entregadores ou pagar um serviço por corrida. Da mesma forma, vender por um marketplace não significa necessariamente usar a logística da plataforma. Para comparar os canais, confira separadamente quem recebeu a venda e quem entregou o pedido.

Como comparar aplicativo e Cardápio Digital Vina?

A comparação entre aplicativo e Vina fica mais clara quando o restaurante separa alcance, custo por pedido, relacionamento com o cliente e operação. A tabela mostra o que muda para o estabelecimento em cada ponto.

Critério Aplicativo de entrega Cardápio Digital Vina
Descoberta O cliente pode encontrar o restaurante na vitrine do app O restaurante divulga seu link, QR Code ou domínio próprio
Cobrança Comissão e outras taxas conforme o contrato Mensalidade fixa, sem comissão por pedido; pode haver taxa de pagamento online
Cardápio Exibido no ambiente e segundo as regras da plataforma Link com identidade da casa, produtos, adicionais, preços e áreas de entrega
Cliente que volta Uma nova compra pode gerar outra comissão Pedido direto sem comissão; o restaurante mantém o cadastro do cliente
Entrega Pode ser feita pelo restaurante ou conforme a logística contratada Organizada pelo restaurante ou por serviço contratado
Gestão integrada Pode depender de uma integração com o sistema do restaurante Produto parceiro integrado à Central de Delivery do ControleNaMão

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Quanto sobra de um pedido feito pelo Vina ou pelo aplicativo?

Para saber quanto sobra, desconte da venda todos os custos que aquele pedido gera. Ingredientes, embalagem, tributos, pagamento e entrega devem aparecer nos dois lados quando forem iguais. Assim, a diferença entre os canais não nasce de uma entrega atribuída a um deles e esquecida no outro.

Suponha uma hamburgueria que vende um combo por R$ 60. Nos dois canais, ela mesma entrega por R$ 6, gasta R$ 20 com ingredientes, R$ 2 com embalagem e considera R$ 3 de tributos no exemplo. O pagamento online custa R$ 1,92 em cada canal, equivalente a 3,2% do pedido. Para ilustrar, o aplicativo cobra 12% de comissão, ou R$ 7,20, sem outra promoção paga pela loja. No Vina, a hamburgueria atribui R$ 1 por pedido a ações para trazer o cliente de volta.

Por pedido Aplicativo Vina
Venda R$ 60,00 R$ 60,00
Ingredientes, embalagem e tributos R$ 25,00 R$ 25,00
Mesma entrega feita pelo restaurante R$ 6,00 R$ 6,00
Pagamento online R$ 1,92 R$ 1,92
Comissão do canal R$ 7,20 R$ 0,00
Divulgação atribuída ao pedido R$ 0,00 R$ 1,00
Margem de contribuição R$ 19,88 R$ 26,08

A venda direta deixou R$ 6,20 a mais por pedido nesse exemplo. A margem de contribuição é o dinheiro que resta para ajudar a pagar aluguel, equipe, energia e mensalidades. Ela ainda não é lucro líquido. Todos os valores usados para ingredientes, entrega, comissão e divulgação são hipóteses de cálculo, não uma promessa de resultado nem a tarifa de um aplicativo específico.

A comparação muda se a plataforma fizer a entrega, se o restaurante cobrar frete do cliente ou se houver desconto pago por uma das partes. Refaça as duas colunas com as mesmas condições de produto, pedido e logística. Para determinar o que cobrar em cada bairro, veja como calcular a taxa de entrega por km.

Quantos pedidos diretos pagam a mensalidade do Vina?

No exemplo, 17 pedidos que seriam feitos pelo aplicativo e passam a ser feitos pelo Vina cobrem a mensalidade de R$ 99,90 do Vina Básico. A diferença de margem é de R$ 6,20 por pedido: 17 vezes R$ 6,20 somam R$ 105,40.

Com 50 pedidos equivalentes no mês, a diferença chegaria a R$ 310,00 antes da mensalidade. Descontados os R$ 99,90, seriam R$ 210,10 adicionais para contribuir com as demais despesas e o resultado do restaurante. O cálculo pressupõe que esses pedidos aconteceriam de qualquer jeito pelo aplicativo, que o custo de divulgação direta permanece em R$ 1 por pedido e que o restaurante já tem estrutura para produzi-los e entregá-los.

Se a casa já usa o ControleNaMão ou contrata um plano combinado, calcule o custo adicional do canal próprio dentro do plano escolhido. Somar o preço cheio de um sistema que já era pago para operar os pedidos dos aplicativos distorce a comparação. Os planos e os módulos contratados precisam entrar uma única vez na conta mensal.

O custo para conquistar um cliente novo pelo link pode ser maior do que R$ 1. Para esse grupo, acompanhe quantos pedidos ele faz ao longo dos meses, quanto custou trazê-lo e quanto sobra em cada compra. A vantagem do Vina aparece com nitidez quando clientes recorrentes voltam pelo próprio cardápio sem uma nova comissão a cada pedido.

Como conseguir pedidos pelo cardápio digital próprio?

O cardápio digital próprio recebe pedidos quando o restaurante facilita o acesso ao link nos lugares onde o cliente já encontra a marca. Um endereço difícil de achar reduz as compras, mesmo com um cardápio bem montado.

O Vina permite compartilhar o link no perfil das redes sociais e no WhatsApp, colocar um QR Code no balcão ou nas embalagens e usar um subdomínio ou domínio próprio. O cliente vê o cardápio com a identidade da casa e pode escolher retirada ou entrega, conforme as opções configuradas. Produtos, fotos e adicionais precisam estar atualizados para que a compra termine sem uma conversa extra para confirmar o pedido.

Uma pizzaria com clientes que ligam toda sexta-feira pode oferecer o link do cardápio para que escolham sabor, borda e horário com calma. Uma cafeteria pode usar o QR Code para apresentar encomendas e produtos para retirada. O canal próprio aproveita a procura que a casa já recebe e também pode ser divulgado em campanhas. O custo dessas campanhas deve entrar na avaliação.

O Vina reúne o cadastro e o histórico de quem compra pelo seu cardápio. Cupons e recursos de relacionamento disponíveis no plano ajudam a convidar clientes de volta. Use o que faz sentido para a rotina da casa: quem compra marmita toda semana pode responder melhor a um cardápio simples e pedido rápido do que a uma sequência de promoções.

Quando manter os aplicativos de entrega?

Os aplicativos continuam úteis quando trazem clientes novos e pedidos que o restaurante não receberia apenas com sua base atual. A comissão precisa caber na margem desses pedidos.

Para uma hamburgueria recém-aberta, a vitrine do aplicativo pode ajudar a mostrar os produtos a pessoas do bairro. Para uma casa conhecida, ele ainda pode atender quem prefere comprar dentro da plataforma ou procurar comida sem uma marca definida. O restaurante consegue manter esse alcance enquanto desenvolve seus pedidos diretos pelo Vina.

Verifique o resultado por canal todos os meses. Se uma promoção no aplicativo aumenta o faturamento, desconte a parte paga pela loja antes de avaliar se ela valeu a pena. Se o link próprio cresce, confira se aumentou o total de pedidos ou se parte dos clientes passou a comprar diretamente. Os dois resultados podem ser bons, mas respondem perguntas diferentes.

Como o ControleNaMão organiza pedidos do Vina e dos aplicativos?

O ControleNaMão recebe pedidos do Cardápio Digital Vina e dos aplicativos integrados na mesma Central de Delivery, com a origem de cada um identificada. A equipe acompanha o que chegou, o que está em preparo e o que saiu para entrega num fluxo comum.

Mulher segura tablet com a Central de Delivery do ControleNaMão na tela, diante do balcão de um restaurante.

Imagine uma noite com oito pedidos vindos de marketplaces e cinco feitos pelo link Vina. O atendente não precisa copiar os cinco pedidos diretos para outro sistema. Na Central do ControleNaMão, ele confere itens e observações, aceita os pedidos, imprime as comandas ou encaminha a produção para o KDS da cozinha, conforme os módulos usados pela casa. O PDV integrado ao delivery mantém a venda ligada ao caixa e aos controles da operação.

O gestor pode consultar o faturamento separado pela origem dos pedidos. Esse dado ajuda a acompanhar o crescimento do canal próprio, mas a margem depende também dos custos de produto, pagamento, entrega e divulgação usados nos cálculos acima. O ControleNaMão conecta o trabalho do balcão, da produção e do financeiro; a decisão de investir em cada canal fica apoiada nos números do restaurante.

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Perguntas frequentes sobre delivery próprio e aplicativos

O Cardápio Digital Vina cobra comissão por pedido?

Não. O Vina cobra a mensalidade do plano escolhido e não retém uma porcentagem de cada venda feita pelo cardápio digital. Pagamentos online podem ter a taxa do meio de pagamento. Produção, divulgação e entrega também continuam sendo custos do restaurante.

Preciso sair dos aplicativos para vender pelo Vina?

Não. O restaurante pode vender pelos aplicativos e receber pedidos diretos pelo Cardápio Digital Vina ao mesmo tempo. Com a integração ao ControleNaMão, os pedidos chegam à mesma Central de Delivery, com a origem identificada, para que a equipe acompanhe a produção e o gestor compare o faturamento por canal.

Delivery próprio exige entregador contratado?

Não. Delivery próprio descreve o canal onde o cliente faz o pedido, como o link do Vina. O restaurante pode usar sua própria equipe ou contratar uma entrega por corrida. Para comparar custos com um aplicativo, considere quem faz a entrega em cada modelo e quanto essa corrida custa de fato.

Como saber se o Vina vale a mensalidade para meu restaurante?

Compare a margem de pedidos equivalentes feitos pelo cardápio Vina e pelo aplicativo, usando os custos reais da sua operação. Divida a mensalidade adicional do Vina pela diferença de margem por pedido. Esse resultado indica quantos pedidos precisam ser feitos pelo canal próprio para cobrir a assinatura nas condições analisadas.

O ControleNaMão mostra quanto cada canal vende?

O ControleNaMão identifica a origem dos pedidos integrados e permite consultar o faturamento por canal. Para calcular quanto cada canal deixa de margem, o restaurante deve considerar também os gastos com ingredientes, embalagem, pagamento, divulgação e entrega. Faturamento e margem são medidas diferentes.